O problema
Parte das empresas ainda é invisível na internet: sem site, sem ficha no Google, com redes sociais abandonadas. Outra parte faz o contrário: contrata agência, impulsiona publicações, paga anúncios - e não sabe dizer quantos clientes vieram dali. Nos dois casos, o concorrente que aparece primeiro na busca leva a venda.
Por que acontece
Marketing é tratado como despesa eventual, decidida quando sobra dinheiro ou quando as vendas caem. Não há definição de público, de oferta nem de canal. E quase ninguém mede custo de aquisição de cliente, taxa de conversão ou retorno sobre o valor investido.
O que precisa mudar
- Faça o básico bem feito: Perfil da Empresa no Google completo e com avaliações, site simples e rápido, WhatsApp Business com catálogo e respostas organizadas.
- Defina para quem você vende e qual problema resolve. Comunicação para todo mundo não convence ninguém.
- Escolha um ou dois canais e seja consistente, em vez de estar mal em todos.
- Produza conteúdo que responde às dúvidas reais do cliente. É o que gera confiança e busca orgânica.
- Reserve um percentual fixo do faturamento para marketing e acompanhe: quanto investiu, quantos contatos, quantas vendas, qual ticket.
- Cuide da base de clientes. Vender de novo para quem já comprou custa muito menos do que conquistar um novo.
Marketing dentro do plano financeiro
O investimento em presença digital precisa caber no orçamento e ter retorno esperado, como qualquer outro. Quando faz parte de um projeto maior (nova loja, nova linha, expansão), pode inclusive compor o plano de investimentos financiado.
Como a AB1 ajuda
Incluímos o marketing no planejamento financeiro da empresa, com orçamento, metas e indicadores de retorno, e ajudamos a avaliar a viabilidade dos projetos de expansão comercial.
Por José Antonio Bastos, administrador (CRA) e consultor financeiro da AB1.


